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IPG BR diz NÃO à inclusão da Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação

Não GENERO

O IPG BR externa seu posicionamento contrário à inclusão da Ideologia de Gênero no Plano Municipal de Educação (PME), sob apreciação da grande maioria das Câmara Municipais neste momento. Nesta sexta-feira, dia 19 de Junho, o presidente do Instituto, Raimundo Carvalho, entregou nas mãos do Presidente da Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte, Wellington Magalhães, e dos demais vereadores da Casa nota de esclarecimento da instituição em relação a essa ideologia.

O Doutor Guilherme Schelb, Procurador da República em Brasília, sugere que os pais façam uma notificação extrajudicial (clique aqui para baixar) a ser apresentada ao diretor da escola em que seus filhos estudam. Esta notificação servirá como instrumento de defesa formal contra essas normas abusivas que prejudicam nossas crianças e como defesa aos professores honestos, que são a maioria e que também não concordam com estes abusos nas políticas públicas de educação.

Ouça a palavra do Dr. Guilherme Schelb sobre este assunto no Facebook Proteger Famílias ou assiste o vídeo neste link.

Saiba mais sobre Ideologia de Gênero:

A Ideologia de Gênero defende que sexo e gênero são características humanas distintas, de modo que o sexo se refere ao aspecto biológico (macho e fêmea), enquanto o gênero consiste em uma construção pessoal e social, que classifica os seres humanos em gênero feminino e gênero masculino. Sob esta ótica, o fato de nascer com órgão sexual masculino ou feminino determina o sexo, mas não o gênero e a orientação sexual da pessoa. O gênero resultaria de escolhas feitas pelo macho e pela fêmea a partir das relações sociais por eles estabelecidas.

Se incluída no PME, a Ideologia de Gênero ensinará e construirá uma nova cultura de orientação sexual, artificial e violenta, com base no falso argumento de que ninguém nasce homem ou mulher, mas deve construir sua própria identidade, isto é, o seu gênero, ao longo da vida. Na prática, isso significa ensinar as crianças e adolescentes que não são meninos ou meninas e que precisam inventar uma identidade sexual para si mesmos. Esse gênero poderá ser heterossexual, homossexual ou bissexual, segundo sua própria vontade.

A Ideologia de Gênero é defendida e disseminada, notadamente, por controladores populacionais, libertadores sexuais, ativistas dos direitos homossexuais, neo-marxistas progressistas, pós-modernistas desconstrutivistas. Esta perspectiva está baseada em três pilares: esvaziamento da importância do casamento e da família, promoção da liberação sexual e defesa do aborto legalizado. Estes pilares, por sua vez, são sustentados pela ideia de que todos os indivíduos têm o direito de decidir livremente em relação a tudo, o que inclui sua orientação sexual. A “escolha” pela orientação sexual consiste no primeiro passo para se alcançar os três objetivos supracitados. Se há a aceitação legal de que a heterossexualidade não é a sexualidade natural, mas uma construção social “biologizada”, abre-se precedente para a desconstrução da família e do casamento, para a liberação sexual e para o aborto legalizado.

Sabe-se, porém, há apenas dois sexos naturalmente constituídos e imutáveis, embora possam sofrer distorções funcionais como o hermafroditismo. O sexo biológico não é determinado por órgãos externos, mas pela estrutura genética. Cada célula do ser humano é claramente marcada masculina ou feminina e, como decorrência, todo ser humano nasce homem ou mulher. Assim como o nascimento de alguns bebês cegos, surdos ou mudos não prova não ser natural que os homens enxerguem, ouçam e falem, os distúrbios morfológicos e fisiológicos que caracterizam o hermafroditismo não provam que o sexo masculino e o feminino não são os únicos naturais.

Somado a isto, a psicologia mostra que a homossexualidade e a bissexualidade são causadas por fatores contextuais, notadamente, traumas psicológicos durante a infância, rejeição do pai de mesmo sexo, abusos sexuais ou a combinação de dois ou mais desses fatores. Não é algo natural, portanto, mas resulta de situações nas quais as crianças e os adolescentes são submetidos. Como tal, a solução não está em ensinar a Ideologia de Gênero nas escolas, mas em recuperar a importância e o papel das famílias na educação dos filhos e combater o abuso sexual. Estimular mudanças na orientação sexual natural de crianças e adolescentes implicará, exclusivamente, em destruição de vidas e famílias e, por conseguinte, em falência social, uma vez que a família é a base de toda e qualquer sociedade.

Tendo em vista tais implicações destrutivas que a inclusão da Ideologia de Gênero acarretará, o IPG BR se posiciona contrariamente à inclusão da Ideologia de Gênero no currículo básico escolar e, a partir dela, à implantação de uma nova cultura de orientação sexual, artificial, mentirosa e violenta à natureza biológica do ser humano. Adotar uma perspectiva de gênero pressupõe distinguir o que é natural e biológico do que é social e culturalmente construído. Tal abordagem seria válida somente se a orientação sexual fosse, verdadeiramente, construída social e culturalmente, como os proponentes da Ideologia de Gênero defendem. Mas, ela não o é. Homens e mulheres apresentam, natural e biologicamente, atração fisica pelo sexo oposto. Qualquer orientação diferente desta não é natural, mas social e culturalmente construída. Desta forma, não é a orientação sexual tradicional que resulta de construção social e cultural, mas é a orientação sexual de gênero que distorce e impõe uma forma artificial de orientação sexual para o ser humano.  A raça humana existe somente como masculino e feminino e as diferenças entre os sexos dá à humanidade uma complementaridade que, de outro modo, lhe faltaria.